Como um lunático
Busco matar as madrugas
e teclas, a hora exata de conectar você poesia minha.
E rezo as preces de aniquilamentos,em meu passado.
E, no botão inicio
dou fim ao verso leve
que nuca ei!! De fazer-te.
Na matemática a exatidão,
no computador aninhar dor,
no corredor meus paços ao banheiro,
Busco,Busco,Busco, Busco
amar,amor jamais deletarei você...
longe, hoje e sempre comigo.
Natal, um dia desses.
Poema para uma Menina a 04h00min daqui.
Claudio Wagner da Silva.
Busco
Posted at
às
20:50
on
sábado, 7 de fevereiro de 2009
by
Postado por
Claudio Wagner da Silva
|
0
heresias
|
Filed under:
Poemas
Evoluções a preencher
Coca-cola, cola- de -sapato
cama, coma, cocaína, naftalina
para as baratas, minhas neuroses,
minhas mulheres e, a de outros em braços.
Buracos, neurônios, crânios, cascos,
cactos e casco de navios.
Existência, reticências, reminiscências,
renascença, indulgência e você.
Vomito, banheiro, chuveiro,
teu dorso nu.
Meu corpo
excitação, evolução a preencher.