Num emaranhado de panos
teci os versos de minha frágil existência
E lentamente os umedeci de lagrimas provocadas por alguma
Ausência, e fui tecendo nas mentiras minhas as verdades
Tão necessária a construção desse mosaico poema.
Formado de ausência de rimas, ritmos e frases
Que destaquem o SER não sem SER.
Que tão amor e doce o coração de quem Ama!!!.
Poema a uma Fuga
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07:51
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
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Claudio Wagner da Silva
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Se perdendo
Vou aos poucos me perdendo
Cada segundo que dedico pérolas aos porcos.
A cada hora que faço o errado dá certo
e quando finjo acreditar nos olhos teus.
Perde-se meu destino, se perde meu perdão
e a te nossas paciências ficam regurgitando lamentos nossos.
Se perdendo
No mesmo espaço, em outros braços,
Laços, lençóis, travesseiros amor (ódio) você.
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10:44
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terça-feira, 7 de abril de 2009
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Claudio Wagner da Silva
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