(Claudio Wagner)
De nada adiantou teu carinho Lagarta
na fina construção do casulo
Eu, Borboleta e Amores, já não temos nada a vê
somos seres de víceras, colos e cores diferentes
Deixe-me desprovido
das ilusões nefastas de tuas decepções
Lagarta, pois sou besouro de mim
e caricias que inventou
joguei ao vento desse rompimento
Casulo, e não me anulo mais.
Sou ao vento
A metáfora, gostosa dessa flor de janeiro
que me acompanha a cada vôo matinal nesse
carnaval, metamorfose e vida.
Natal fevereiro de 2006,
11:56.
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