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Foge

Embriagado de remoço e paixão
Perdido em teus braços me encontrei
Mas quando desse sonho acordei
Foge o fogo da paixão vós me invadíeis
Quem dera essa mentira da verdade
Fosse os rumos meu amor que determinam o meu ser
E foge!! Foge !!! amor para você

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Posted at às 05:50 on sábado, 11 de fevereiro de 2012 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Seco como o Ar dessa cidadela ( Epitáfio e Amigos)

Fedida, suja, perturbadora de todas as gente
mentes, dormentes, dementes e segue assim
a vida sem brilho e nada de louca.
Morte fim miserável que nós embosca
no embuste e, tenta sempre igualáramos a bosta.
Assim essa impostora levou teu sorriso
Fez chorar teus amigos, parentes, crentes
E aquela multidão de gente em teu velório
Esquelético teu corpo num ataúde postado
Para o funeral das muitas ilusões
Agora sobra, sombras, restos, sucos de podridão
E a gente aqui sem você... Em nossa espera fria
Com a fixa que marca o enterro hoje quem sabe minha vez!!!

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Posted at às 15:07 on quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

É difícil

É difícil entender o vicio, o cio fino,
o meu compasso.
Eu não posso te falar amor, da minha dor
por isso parto.
Ficam assim lamentos, sem fins
na dor do parto.

Não sou o pai do dou amor
razão da dor, botão de flor, danças sem passo.
É difícil, é um vicio deixar você
fica um abraço...

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Posted at às 06:54 on sábado, 16 de abril de 2011 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 1 heresias   | Filed under:

Elétrica

A excitação a mais de mil
corpos a ponto de ebulição
Onda de calor e medo
deslizava viva pelas bordas da cama
Sugo mansinhos os fluidos •da tua baixa tensão
(pêlos, peles,pés e o que mais...)
Delicia Re... Na.. Ti..Nha!
Elétrica
Cordas, correntes, tensão
me faz gemer
Morto vivo
tenho-a outra vez
Corpo adentro
Fim e recomeço
Mil QUILOWATTS
E toda volúpia

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Posted at às 11:55 on quarta-feira, 2 de março de 2011 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 2 heresias   | Filed under:

Fogueiras para quê?

Assim meus dias passaram
sem muita pressa ou afazeres
sem muito calor, ou mesmo fomes,
sedes.Menina tudo preenchia nada me faltava.

Fogueiras para quê? Se meu frio sempre
foi aliviado pelo calor do teu corpo.

Fogueiras para quê? Se era possível ver
consumido nas brasas que escapavam de cada
beijo seu, todos os meus medos da solidão.

Fogueiras para quê?
Nem Santo Antonio, São João
São Pedro, ou qualquer, outro são
em santa consciência reclamaria da LUZ
Produzida de tua alma.

Até hoje queimo nas brasas
castigo por amar ao próprio fogo do céu(Renata)

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Posted at às 13:01 on quarta-feira, 23 de junho de 2010 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Vou

Vendo teus sonhos crescerem
E os meus minguarem
Vou
Fugindo de mim e me achando em você
Vou
Roubando eu teu jogo,
Mas arcando com os prejuízos.
Vou
Um tiro, sumo da vida
E nunca mais você...

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Posted at às 14:00 on quarta-feira, 2 de junho de 2010 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 1 heresias   | Filed under:

Rose-Rosa quimeras

(um dia, depois de uma noite ruim)

És coca-que-ina deixa aos poucos meu nariz ferido,
mudas meus sentidos e, aos poucos, adormece cada parte de mim,
mas ao atingir minha corrente sanguínea eleva meu prazer.

És droga tragada aos poucos até meus pulmões
que eleva na fumaça meu corpo a outra dimensão,
porém no cessar de seu efeito, deixa larica, náuseas, sede, e uma vontade louca
de me aniquilar. Porém de ti dependo, mesmo que quimeras sejas, alivias delírios meus.

És o que hoje de melhor tenho,
mesmo sem nunca ter.

Penso em ti mais do que quero, do que gosto, do que posso

durante uma dia.

Lhe tenho em ilusões, alucinação,

chá-ervas, que me temperas a vida.

Rose-Rosa quimeras

lago, passa teu efeito, logo verei os teus defeitos,

e como aos substâncias que já consumi terás o único

destaque de ser espectros na zona escura do esquecimento!!!...

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Posted at às 11:13 on segunda-feira, 15 de março de 2010 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Uma

Uma fuga
Uma folga
Uma rapidinha
Uma lentamente
Uma voz mais rouca
Uma boca doce
Uma mulher belíssima
Uma vida mal vivida
Uma ilusão
Uma gota de orvalho
Uma dançarina voando
Uma parte da mortadela
Uma gata siamesa
Uma prisão sem grades
Uma corda, uma porca gorda
Uma viagem para o inferno (inverno)
Uma longa conversa, tua mãe e fim...

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Posted at às 05:51 on segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Depois do conhaque

Deslizei os olhos pelas plataformas do teu corpo,
comprimi cada detalhe para dentro de mim o filme
que revelam você.

Deixei em erros de paralax, os muitos gostos de você
A confundir meu paladar.

Re-desenhei cada forma tua na imaginação
e na agitação…possibilidade de lhe ter.

Substâncias, essências, efervecência, teofanias
Do TER você.

Depois do conhaque
Descobri que sereias
Não estão só no mar
Que estão no amar.
E podem muito bem
Caminhar ao meu lado.

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Posted at às 08:16 on sexta-feira, 4 de dezembro de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Por quase nada

Não jamais direi que foi ruim,
pois tudo que resta agora são as muitas lembranças
do que você me proporcionou de bom.

Pra quê essas palavras amargas?
Nada disso coincide com o gosto
dos muitos beijos teu em boca minha.

Por quase nada
quero só meus livros de volta,
meus sapatos que estão embaixo da cama sua,
algumas camisas e a escova de dentes essa podes jogar
ao lixo.

Por quase nada
já não falarei com tua irmã
em lindas noites.

Por quase nada
terei de renunciar
tuas belas amigas.

Por quase nada
terei de encontra outro
barzinho, nova hora para dormi.

Nada!, Nada!!, Nada mesmo se parece
com o dia em que começamos sem rancores
e só amor para da... Agora lamentos, mau dizeres
E em mim uma certeza sou feliz sozinho.

(Ontem quando cheguei em casa)

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Posted at às 12:14 on terça-feira, 10 de novembro de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Adriana

Cheguei você logo se foi
levou seus belos olhos, Teu belo
sorriso e seu jeito que logo me inquietou.

Cheguei à cama à noite
eu tava realmente só será
que ela existe? Peguei
O telefone alô!!! Ela é verdadeira.

Adriana
Vi apenas o vulto de seu
carro ao longe se foi, mas deixou
comigo todas as tuas impressões
que mesmo fora dos versos... Não me sais da cabeça!

Madrugada da minha vida
Claudio Wagner da Silva

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Posted at às 11:19 on terça-feira, 13 de outubro de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Súbito

Morreu na calçada dos meus desesperos
procurou não revelar o nosso amor.

Discutiu com os Pará - médicos
relutou e relatou que nada dava mais tempo.

Levou para a sepultura numa mortalha fedida
as partes de um corpo que sempre me redeu prazer.

Súbito assim, minha mulher
ficou sabendo do nosso caso,
meus amigos que tenho gostos nada convencionais.

E as hipocrisias iram nos julgar
de não fazermos a natureza um manifesto
para nosso jeito de amar...

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Posted at às 05:55 on quinta-feira, 24 de setembro de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Lucia (Lilith)

A Lua negra
o manto certo a sebverte o dia
a noite.

Moeda rara de face única
a dualidade etéria de contradições.

A Deusa que organiza o Caos.

A Pitonisa de Apólo
teu coração tudo sabe
teus olhos tudo vêem.
Tua boca, fala certa
o futuro.

A concentração do arqueiro
o caminho a seguir. Conspiração, força,Luz,escuridão
essencias da mesma mulher.

Criada da mesma argila não de costelas.
Fala do Deus, enverte, subverte
para dá novo brilho ao mundo dos homens.
Se de Florbela Espanca fosse inspiração
seria “Fanatismo” em Drummond “ Soneto de Fidelidade”.

É nesse mundo poema
A luz mais certa, a água mais limpida
Culinaria e bebida fina.

Aquela que deixa o SER
criador a mercer do própria verbo
a que se fez carne, ossos, oficios
do paraiso se quedou mais feliz.

A caneta tenta seguir Estruções do poeta
Que num sonho Lucia (Lilith) é lhe definir num papel.

Claudio Wagner
Num momento proxima a chegada do dia, julho 07 de 2009.

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Posted at às 05:58 on sábado, 22 de agosto de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 1 heresias   | Filed under:

Super-nova

Super-nova

Dispersa tua energia mil vezes
mais forte que o Sol, me prende
tuas pernas macias mais que
qualquer outra.

Toma com gosto o suco de macho
que sua língua suavemente fez escorrer.

Vem para meu quarto à noitinha
feito um furacão, pega no que quer,
come o que lhe dar vontade, morde minhas
costa e desliza tua língua em cada constelação
do universo (corpo) que penso ser meu.

Ao meio-dia deixa evapora
o suor meu que teus poros absorveram
durante a madrugada.

Agora depila a intimidade
deixado se umedecer...
Espera super-nova que a noite
entro em e ti faço renascer.

Cláudio Wagner da silva
06 agosto da noite de 2009.

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Posted at às 08:15 on sábado, 8 de agosto de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 1 heresias   | Filed under:

Seguimento de retas

Busco em planos nadas cartesianos
um encontro entre X e Y.

Procuro nas abscissas um lugar
Aonde teu porto de retas se enrosque no meu.

Mando-te meu currículo, mas sou reprovado
pela matemática de tuas escolhas antes de leres
qualidades minhas, não sou a galinha que deixou
o ovo em pé, não peguei tuas amigas isso é mais uma lenda
urbana.

Não vivo só de cama, mas gosto de chocolates,
esmeradas, ouro em pó... Sou meio de lua, porém
resolvo minhas equações em primeiros e segundos graus.

Tenho o exato conhecimento das forças
que movimentam você. Teu movimento fletor,
Teu torque e teu movimento torço. Conheço teu engaste e os cálculos
da resistência do frágil material que lhe compõe.

Ensaio-te nos motéis, nos tubos mil de laboratórios
meus... É frio assim, mas só a ciência pode resolver (reverter).
Teus olhos pontos a busca seguimentos de retas.

Cláudio Wagner da Silva
Agosto, 05 de 2009. Para mais uma na lista de ilusões

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Posted at às 11:31 on quarta-feira, 5 de agosto de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

A Beleza

A Beleza
no feio, no esgotado, no esgoto assim
como no resto de você.
A Beleza
na barriga que cresce nas flores que morrem
na pele do lobo, na boca do bobo e no xeque-mate
desse nosso ser e não-ser.
A Beleza
em ser teu escravo, em ficar sem cigarros
e não fumar as cinzas de um cadáver qualquer.
A Beleza
em tua traição, nas pontas da tua mão
e no meu nunca voltar para você.
A Beleza
porém vê sem aceitar...

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Posted at às 13:06 on quinta-feira, 23 de julho de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Desculpem poetas

Desculpem poetas, mas também
escrevo alguns versos, mas só em dias chuvosos
quando até o Sol envergonhado resolveu não aparecer
quando tudo ta úmido e sem graça.

Desculpem poetas, mas meus versos só
aparecem quando ela vai embora, quando estou triste
e de rosto molhado pelas lagrimas que não cessão de cair.

Desculpem poetas, mas só às vezes escrevo quando
ela volta, aí me agarro forte a louca da casa e tomado
de inspiração até arrisco versos felizes.

Desculpem poetas, mas algumas horas
com ela aqui suor molha a cama, o corpo
se estremece de prazer...Tudo para
e uma camisinha ao lado da cama denuncia que alguém
foi feliz.

Claudio Wagner da Silva
08 de junho um dia infeliz.

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Posted at às 11:38 on segunda-feira, 8 de junho de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Suavemente Prazer

Suavemente foi impregnando meus vasos sanguíneos
pelo o gosto e, cheiros que teu corpo dá para minha pele.

Suavemente deixei-me ser consumido pelo fogo que
radiava das tuas retinas.

Suavemente me peguei apaixonado pelas partes,
assim como o todo de você!

Suavemente roubastes meus pensamentos
que agora estão quedados em ti.

Suavemente, menti, desisti, recomecei
redirecionei cada LUA, e cada SOL que hoje é você.

Suavemente derrotei os Aquiles, Matei os Olisses,
destronei O Rei e, te fiz prisioneira da minha Cabana (Castelo).

Suavemente combinei com o monstro de Creta
a forma de lhe deter no labirinto do meu AMOR..quero-te!

Suavemente fosses minha no banheiro da escola,
no corredor do agora, na época da cavalaria te doei
amor Cortez.

Pega na mão,
não larga não,
não seja apática,
não se ponha estática,
Já que a estatística lhe
traz sempre para mim!

Suavemente deixa jorra
que é Prazer...

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Posted at às 07:23 on terça-feira, 26 de maio de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Quero-te entre amanhas da segunda e, a segunda das manhas!

Sei que outro agora te aninhar
sei que tarde sedo viu mocinho
lhe dominra, mas quero-te então és minha
Amanhas segundas e segunda das manhas.

Não faz assim indiferença (Diferença),
Pois em quarto, teus a estremecer nos meus
então me vença...Não finge um não querer nem te convença.

Você moça, é minha renascença.

Teus olhos minhas metas
e mapas a guiar, se entregue vem pra cama
vou te morder, roer todinha TE AMAR!

E quando certos juntos nós aninhar
Haverá amanhas segundas, sábados, sextas,
Sempre juntos desperta...

Claudio Wagner da Silva
25 de maio de 2009.

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Posted at às 11:48 on segunda-feira, 25 de maio de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 0 heresias   | Filed under:

Poema a uma Fuga

Num emaranhado de panos
teci os versos de minha frágil existência
E lentamente os umedeci de lagrimas provocadas por alguma
Ausência, e fui tecendo nas mentiras minhas as verdades
Tão necessária a construção desse mosaico poema.
Formado de ausência de rimas, ritmos e frases
Que destaquem o SER não sem SER.
Que tão amor e doce o coração de quem Ama!!!.
 

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Posted at às 07:51 on quarta-feira, 8 de abril de 2009 by Postado por Claudio Wagner da Silva | 1 heresias   | Filed under: