(Claudio Wagner)
Num silêncio
entorpecedor se fez
a poesia do meu destino
e nela gritei bem alto: te amo!
E nesse mesmo
silêncio explicarei a falência
desse amor que senti antes que desse
tempo para você também senti-lo.
Fechando-me em azes
e não direi a ninguém, por mais que
me torturem, as verdades sobre o meu amor
que faliu.
Num silêncio
de formas, cores, gostos
e sons de silêncio que só você,
e ele mesmo, saberão decifrar o que
em silêncio riscado em papel eu te digo.
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